A ministra Cármen Lúcia vai deixar a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 14 de abril de 2026, antes do prazo inicialmente previsto para o encerramento de sua gestão. A mudança no calendário foi comunicada internamente e divulgada nesta quarta-feira (9).
Pelo cronograma original, a ministra permaneceria no comando da Corte até junho. No entanto, a antecipação da saída foi definida para permitir uma transição mais ampla e garantir que a próxima presidência tenha tempo suficiente para conduzir os preparativos para as eleições de 2026.
Nos bastidores, a decisão foi interpretada como uma medida de organização institucional, diante da complexidade do próximo pleito, que já é considerado um dos mais desafiadores dos últimos anos.
Com a mudança, o ministro Alexandre de Moraes, atual vice-presidente do TSE, deve assumir o comando da Corte antes do previsto.
Apesar de deixar a presidência, Cármen Lúcia seguirá como ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e continuará integrando o TSE. A expectativa é de que a troca no comando ocorra de forma planejada, sem impacto no andamento das ações preparatórias para o processo eleitoral.





